“Eu já havia encerrado meu turno, mas, quando houve o chamado para essa ocorrência tão delicada, não hesitei em atender. Foi tudo muito rápido. Graças a Deus, conseguimos salvar essa vida. Chegar ao local e, em vez de encontrar um cadáver, ver aquela criança esboçando vontade de chorar e lutando para se manter viva é algo muito bom e indescritível”, relatou o 1º Tenente Lucas Almeida, do 9º Batalhão.