O governo do presidente norte-americano Donald Trump estuda adotar novas medidas punitivas contra integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) depois de uma reunião, realizada nesta quinta-feira (14), com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o comentarista político Paulo Figueiredo, na capital dos Estados Unidos.
Entre os alvos potenciais está a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, já sancionado anteriormente, além dos demais magistrados da Primeira Turma do STF, responsável por julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro no processo sobre tentativa de golpe de Estado. O colegiado é formado por Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.
Segundo fontes próximas à Casa Branca, a ideia é recorrer novamente à Lei Magnitsky — instrumento jurídico que já foi usado contra Moraes — caso Bolsonaro seja condenado. Essa medida, no entanto, só não deverá avançar se o Congresso Nacional aprovar, antes da sentença, uma anistia para os envolvidos, hipótese considerada improvável.
Dentro do STF, há discussões sobre uma possível anistia, mas somente após o encerramento do julgamento.