A taxa de desemprego subiu em 15 unidades da federação no trimestre encerrado em março de 2026 e ficou estável em outras 12, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE ontem (14). No período, o desemprego no país ficou em 6,1%.
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As maiores taxas foram registradas no Amapá (10%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%).
Já os menores índices aparecem em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).
Para o analista da pesquisa, William Kratochwill, “a desocupação aumenta historicamente no primeiro trimestre por causa da dispensa de trabalhadores temporários, seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano, seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporários nas atividades de educação e saúde no setor público municipal”.
Ainda de acordo com o analista, a taxa é mais alta entre mulheres (7,3%) do que entre homens (5,1%) e apresenta diferenças também por recorte de cor ou raça. Entre pessoas que se declaram brancas, a desocupação foi de 4,9% no primeiro trimestre de 2026. Entre pretos, 7,6%, e entre pardos, 6,8%.
Já por nível de escolaridade, a maior taxa de desemprego foi registrada entre pessoas com ensino médio incompleto (10,8%).