O Exército de Israel anunciou nesta manhã (09), por meio das redes sociais, que matou o sobrinho e secretário pessoal de Naim Qassem, chefe do Hezbollah, em um bombardeio no Líbano. O ataque ocorreu ontem (08), e o grupo terrorista ainda não confirmou a morte de Ali Yusuf Harshi.
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De acordo com as Forças Armadas israelenses, Harshi era “um colaborador próximo e assessor pessoal de Qassem e desempenhava um papel central na gestão e na segurança de seu escritório”. Ele foi morto em Beirute, capital libanesa.
Em paralelo, Israel anunciou que realizou novos ataques aéreos no sul do Líbano durante a madrugada, atingindo duas passagens estratégicas de armamentos e cerca de 10 depósitos de armas e centros de comando do Hezbollah.
🔴ELIMINATED: Ali Yusuf Harshi, the personal secretary to Hezbollah Secretary-General Naim Qassem in Beirut.
A close associate and personal advisor, Harshi played a key role in managing and securing Qassem’s office.
The IDF also struck two key crossings used by Hezbollah to…
— Israel Defense Forces (@IDF) April 9, 2026
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também afirmou nesta manhã que continuará atacando o grupo terrorista “onde quer que seja necessário”. “Continuamos a atacar o Hezbollah com força, precisão e determinação. Nossa mensagem é clara: qualquer um que agir contra civis israelenses será atacado”, escreveu nas redes sociais.
Os ataques acontecem em meio ao cessar-fogo firmado entre os EUA e o Irã, que incluiu interrupção temporária de ofensivas, mas não abrangia o Líbano, de acordo com Netanyahu e o presidente norte-americano, Donald Trump.
Ontem (08), o Irã ameaçou romper o cessar-fogo caso os ataques israelenses ao Líbano continuassem e voltou a fechar o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.