Paira a dúvida nas redes sociais sobre o melhor momento para o retorno pacífico e ordeiro da direita às ruas, resgatando a marca registrada de manifestações patrióticas dos últimos anos.
O 7 de Setembro se avizinha e o estado de excessão no Brasil macula a celebração que, inevitavelmente, nos remeterá em 2023 à liberdade dos presos políticos.
A CPMI avança e a injustiça com centenas de brasileiros fica evidente diante da ridícula e falaciosa narrativa criada pelo governo, com o conluio do STF.
A indignação aumenta e parece inevitável que a intimidação perpetrada por Alexandre de Moraes deixe de surtir o efeito.
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