“Calor do coletivismo” de prefeito comunista está deixando pessoas morrerem de frio em Nova York

Zohran Mamdani em sua cerimônia de posse como prefeito de Nova York, 1º de janeiro de 2026. Foto: Reprodução/YouTube/Prefeitura de Nova York

Nova York está passando por baixíssimas temperaturas no inverno de 2026. Não são excepcionalmente baixas na faixa histórica, mas são um risco de hipotermia para as pessoas expostas. O recorde de baixa temperatura até o momento foi de -13°C, no dia 30 de janeiro.

Até a segunda-feira (2), foram registradas 13 mortes por hipotermia e três outras por overdoses ao ar livre, segundo o prefeito socialista, Zohran Mamdani. Ele disse em coletiva que está fazendo tudo o que pode “para colocar todo nova-iorquino em um abrigo onde poderá se aquecer”.

Uma ironia mórbida foi que, ao tomar posse do cargo em 1º de janeiro, Mamdani, um comunista não declarado (ele prefere “socialista democrático”), arranhou em tom lírico que “Vamos substituir a frialdade do vigoroso individualismo pelo calor do coletivismo”. Pelo visto, o coletivismo não está aquecendo a todos. Já o “vigoroso individualismo”, ou seja, liberalismo, foi o credo político que fundou os Estados Unidos.

Recentemente, Zohran anunciou que as contas da prefeitura estão em frangalhos e culpou as administrações anteriores. Nisso, pode ter razão, pois só está no poder há um mês. Mas o frio é uma coisa imediata. Nisso, ele tem responsabilidade.

Ex-prefeito Eric Adams acusa Mamdani de deixar pessoas morrerem no frio

Outra afirmação de Mamdani na coletiva de segunda foi que “transportamos de forma involuntária 18 nova-iorquinos que determinamos que eram um perigo para si mesmos”.

Algo bem conhecido sobre os moradores de rua, especialmente em países ricos, é que eles têm uma alta incidência de transtornos psiquiátricos. Não é surpresa que alguns precisem ser removidos à força para evitar que morram de frio. Essa iniciativa é conhecida em Nova York como “código azul”.

Contudo, o transporte involuntário pode ter chegado tarde demais. O aviso veio com muita antecedência. Em seu último mês de mandato, no dia 5 de dezembro de 2025, o prefeito anterior, Eric Adams, postou um vídeo nas redes sociais pedindo encarecidamente que Mamdani não encerrasse seu programa de remoção de acampamentos de pessoas em situação de rua na cidade.

“Não há nada ‘progressista’ a respeito de deixar as pessoas congelarem em acampamentos improvisados”, disse Adams. “Isso fere os moradores e desumaniza as pessoas que precisam de ajuda. Os nova-iorquinos deveriam pedir ao prefeito eleito que reconsidere sua política.”

Adams estava respondendo a uma declaração de Mamdani de que descontinuaria a remoção dos sem-teto de acampamentos.

A onda de frio extremo começou por volta do dia 19 de janeiro. No dia 28, o estudioso de pessoas em situação de rua, Stephen Eide, fez uma denúncia em artigo no jornal New York Post: “Mortos pela ‘gentileza’ — sem-teto morrem congelados porque Mamdani não quer forçá-los a sair das ruas”.

Na data do artigo, dez pessoas já haviam morrido de hipotermia. “Confirmou-se que mais da metade dos falecidos teve experiência de viver na rua”, escreveu Eide. “Não é só o tempo que tem culpa. Essas tragédias também destacam as consequências de más políticas, especificamente a decisão de Zohran Mamdani de encerrar a varredura pelos sem-teto”.

“Na política para pessoas em situação de rua, não há patologia mais clássica que tolerar o comportamento de risco de vida em nome da compaixão. Como é que ser forçado a ir para um abrigo poderia ser pior que morrer no frio?”, disparou o especialista, que é membro do Manhattan Institute, um think tank conservador.

Segundo o articulista, a cidade de Nova York tem o mais generoso programa de oferta de abrigos comparada a qualquer outra cidade dos EUA. Mamdani, portanto, não tem desculpa.

Apesar de Eide trabalhar para uma instituição conservadora, ele elogiou os esforços recentes das gestões do Partido Democrata na Califórnia para lidar com pessoas em situação de rua. “Mamdani está fora de compasso com as tendências prevalentes em seu próprio partido”, afirmou.

A justificativa oca de Mamdani

Na mesma coletiva do dia 2 de fevereiro, Mamdani deu uma resposta discreta aos críticos: ele observou que nenhum dos mortos por hipotermia estava vivendo em acampamentos.

Ou seja, sua resposta a Adams é uma tecnicalidade e um desvio de atenção sobre o fato de que ele resistiu a usar força para salvar vidas, achando que seria a coisa humanitária a se fazer.

“Em vez de empurrar os nova-iorquinos de um acampamento para outra parte da cidade, vamos buscar enfatizar os serviços aos quais podemos conectar esses nova-iorquinos”, disse o prefeito, demagogicamente.

Observemos, agora, se além de deixar as pessoas morrerem de frio, o “calor do coletivismo” também vai matar algumas de calor quando a estação mudar. Matar gente por burrice com cara de bom-mocismo é uma especialidade de todas as formas de coletivismo.



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