Igo Estrela/Metrópoles
A Rumble afirmou que a decisão dos Estados Unidos de aplicar sanções com base na Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes é uma resposta às violações de liberdades atribuídas ao magistrado.
A plataforma está proibida de operar no Brasil e, diante disso, ingressou com um processo na Justiça dos Estados Unidos contra Moraes. Em nota, a empresa — que integra o processo ao lado de uma das companhias do presidente Donald Trump — afirmou que a medida é resultado de meses de alertas diplomáticos e responde “diretamente a um padrão contínuo de condutas sigilosas e ilegais”.
“Rumble e Trump Media foram dos primeiros a denunciar os esforços de Moraes para censurar a liberdade de expressão de cidadãos americanos, exigir dados privados de usuários dos EUA e retaliar contra plataformas que se recusaram a violar as leis dos Estados Unidos, do Brasil e tratados internacionais em vigor”, afirmou a nota do advogado Martin De Luca.
Os advogados que representam a plataforma nos EUA e no Brasil disseram que receberam a notícia com satisfação, por entenderem que cidadãos americanos estavam sendo “violados por decisões de Moraes”. Eles pediram ainda que o STF revogue as decisões do ministro que proíbem a atuação da Rumble no Brasil.
Fonte: Metrópoles

