A prisão de Glauber Braga intensifica a pressão pela cassação

Parlamentares reagiram, nesta sexta-feira,20, à prisão do deputado psolista Glauber Braga durante reintegração de posse na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). De acordo com as manifestações, Braga desrespeitou a ação de policiais e tentou impedir a atuação da tropa de choque da PM, que cumpria uma ordem judicial emitida pela 13ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro.

A ocorrência envolvendo Braga reforça o apelo de deputados da oposição pela cassação do psolista, que pode perder o mandato em virtude de processo que tramita no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados“Glauber Braga prega a defesa da democracia, mas constantemente age de forma autoritária e violenta. Ele será cassado, não por esse episódio, mas porque o comportamento dele há muito tempo ultrapassou todos os limites do decoro parlamentar”, opinou o deputado Rodrigo Valadares (União-SE).

O deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) também marcou posição sobre o tema. “Um deputado que agride fisicamente um cidadão e desrespeita a polícia não tem lugar no Parlamento. Ele já está com o mandato em risco no Conselho de Ética, e, pelo bem da democracia, será cassado em breve”.

Rodolfo Nogueira (PL-MS) endossou a crítica ao colega. “O comportamento de Glauber Braga não só desrespeita as instituições, mas também desacredita o Parlamento diante da sociedade. Ele será cassado, e isso é uma consequência natural para quem constantemente age contra a ordem e o respeito”.

Conselho de Ética

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou, por 10 votos a 2, o relatório do deputado federal Paulo Magalhães (PSD-BA) que instrui a continuidade da ação que pode cassar o mandato de Glauber Braga (PSOL-RJ) por ter agredido fisicamente um militante do Movimento Brasil Livre (MBL). Essa é a segunda representação contra Braga no Conselho de Ética neste ano e a quinta nos últimos seis anos.

Prisão

Como mostramos, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) foi detido nesta sexta-feira, 20, durante a reintegração de posse da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A ação foi autorizada pela juíza Luciana Losada Albuquerque Lopes, da 13ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, em resposta ao descumprimento da decisão judicial que determinava a desocupação do prédio.

Como mostramos, estudantes protestavam contra os cortes de benefícios oferecidos durante a pandemia, ocupando acessos da instituição de ensino.

Em agosto, a universidade classificou como inaceitável e descabido o sequestro de um prédio público, com claros e imediatos prejuízos à toda comunidade acadêmica”.

O Antagonista 

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