Segundo o tribunal, ‘procedimento é acompanhado por entidades fiscalizadoras, que podem verificar a integridade dos sistemas’
A um mês das eleições gerais no Brasil, marcadas para 4 de outubro de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou, em 4 de setembro, a assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais, em Brasília. Segundo o TSE, esse processo garante a integridade dos sistemas utilizados nas eleições e é acompanhado por entidades fiscalizadoras, como a Polícia Federal e a Ordem dos Advogados do Brasil.
A um mês do primeiro turno das eleições gerais no Brasil, que acontece no dia 4 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz nesta sexta-feira, 4, a assinatura digital e a lacração dos sistemas eleitorais para o pleito de 2026. A cerimônia acontece na sede do TSE, em Brasília.
De acordo com a Corte Eleitoral, nesta etapa os sistemas são assinados digitalmente e lacrados, física e digitalmente, para posterior armazenamento na sala-cofre do TSE. A assinatura digital gera os chamados “hashes”, uma espécie de “impressão digital” de cada programa.
O TSE afirma que esse código permite verificar, posteriormente, se o sistema utilizado na eleição corresponde à versão que foi testada e aprovada, sem alterações.
A lacração, por sua vez, “garante que, depois de concluídos os procedimentos, os sistemas permaneçam protegidos contra modificações”, diz o TSE.
As mídias que contêm os programas ficam armazenadas sob guarda do TSE, e, depois, cópias são enviadas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), que preparam as urnas com base nesse material oficial.
Em nota, o TSE afirma que “todo o procedimento é acompanhado por entidades fiscalizadoras, que podem verificar a integridade dos sistemas e participar de mais essa oportunidade de auditoria e fiscalização do processo eletrônico de votação”.
