O deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou nesta terça-feira que irá mover todas as medidas cabíveis contra a parlamentar que fez acusações de estupro contra ele durante a leitura do relatório da comissão. Gaspar classificou a deputada como criminosa e disse que não descansará enquanto ela não for “caçada e presa”.
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“Eu não estou nem contra, nem a favor, eu só posso dizer que a relatora do projeto é uma criminosa porque praticou crime contra mim. E eu faço questão de não descansar enquanto isso não chegar ao final, ela não for caçada e presa.”
O parlamentar afirmou que o ataque teve efeito inverso ao esperado. Segundo ele, a repercussão resultou em ganho de 80 mil seguidores nas redes sociais e onda de solidariedade nacional. Para Gaspar, a reação popular demonstrou que a população reconheceu o episódio como “ato baixo” e “coação no curso do processo”.
Gaspar declarou que os danos foram pessoais e familiares, não de imagem pública. Em seguida, afirmou ter certeza de que as acusações fazem parte de um ataque coordenado.
“Eu não tenho dúvida que foi um ataque coordenado, saído de Alagoas, com o PT a nível nacional. Foram seis meses, seis meses de investigação na minha vida, não encontraram nada.”
A equipe deste site apurou, com fontes próximas ao ex-presidente da Câmara Arthur Lira, que Lindbergh Farias e ele tiveram um encontro fora da agenda antes da denúncia feita pelo petista.
Gaspar disse que vai apontar o responsável político pela articulação “mas tudo tem o seu tempo”.
**Matéria em atualização