Carta interceptada em presídio revela plano do PCC para matar agentes

Divulgação/Instagram

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Um “salve geral” determinando que agentes penitenciários sejam identificados por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) foi apreendido, nesta semana, com presos da Penitenciária de Parelheiros, na zona sul de São Paulo.

O Metrópoles apurou que o mesmo tipo de documento, escrito à mão, também teria sido interceptado em outras unidades prisionais, ainda não especificadas. Os “salves” já são monitorados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MPSP).

No manuscrito obtido pela reportagem, assinado pela Sintonia Final da maior facção do Brasil e datado em 17 de setembro, é dado o prazo de 30 dias para que os criminosos responsáveis pelos presos de pavilhões ou raios, chamados de “jets”, levantem os nomes e endereços de dois agentes penitenciários por unidade.

“Tomaremos nossas providências […] deixando um papo para que dentro desses 30 dias determinamos os irmão faça acontecer [sic] e chegar em nossas mãos, aguardando esse levantamento como caráter de urgência.”

A Sintonia Final é composta por líderes do alto escalão do PCC, que usam a instância máxima do crime para tomar decisões e ordená-las

Fonte: @metropoles.sp

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