Durante o ALive desta sexta-feira (27), o diretor de relações governamentais do Ranking dos Políticos, Gabriel Jubran, afirmou que a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Lulinha pelo Supremo Tribunal Federal (STF) “dobra a preocupação” do Planalto.
Segundo Jubran, a decisão indica que o filho de Lula é “de fato investigado”, que o governo petista “não tinha essa ciência” e que “isso dobra a preocupação” do Executivo “de trazer a quebra de sigilo para uma CPI”, em referência à CPMI do INSS, que também determinou a quebra dos sigilos de Fábio Luiz.
Jubran destacou que, no entendimento do governo, “se o Mendonça tem um perfil discreto”, a CPMI tem outro perfil, já que “a natureza do processo é completamente diferente, ainda mais em ano de eleição, em que a oposição quer usar do desgaste do filho do presidente da República, envolvido até o talo nessas suspeitas na investigação conduzida pela Polícia Federal”.
“Então o Planalto está, de fato, muito preocupado com isso, num contexto ainda maior, em que Flávio Bolsonaro ultrapassa agora Lula nas pesquisas Atlas e Paraná, que são dois institutos sérios”, afirmou Jubran. “Então, assim, muita preocupação envolvida”.
Lulinha e a Farra do INSS
Em depoimento à PF, Edson Claro, ex-funcionário de Antunes, afirmou que Lulinha recebia uma “mesada” de R$ 300 mil paga pelo principal lobista da Farra do INSS. De acordo com a corporação, o filho do petista pode ser um “sócio oculto” do Careca. Lulinha também teria recebido 25 milhões em moeda ainda não especificada e fez viagens a Portugal ao lado de Antunes.
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