Filho de Bolsonaro alertou Motta e Alcolumbre sobre os efeitos da Lei Magnitsky

A principal aposta de Jair Bolsonaro, que está inelegível e cumpre prisão domiciliar por obstrução da Justiça para se livrar da cadeia e recuperar os direitos políticos, é a ofensiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Brasil, principalmente a ameaça de aplicação da temida Lei Magnitsky às autoridades brasileiras. O relator do golpe do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Alexandre de Moraes, foi enquadrado na legislação que pode provocar a asfixia financeira do alvo, mas não desistiu de julgar Bolsonaro por cinco crimes que podem render ao capitão uma pena de até 40 anos de prisão.

Como Moraes não recuou, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se mudou para os Estados Unidos e municia a gestão Trump contra a economia brasileira e o STF, disse que outros integrantes da Corte podem ser objeto da Magnitsky caso prossigam com o julgamento e condenem o pai dele. Por enquanto, essa ameaça não conseguiu dobrar o Judiciário.


Segundo a frente de batalha diante da iminência da derrocada de Bolsonaro, seus filhos intensificaram a pressão para que o Congresso aprove uma anistia ampla, geral e restrita aos investigados por tentativa de golpe e condenados pelo atentado de 8 de janeiro. Como ocorre o cerco ao Judiciário, a Lei Magnitsky é usada como arma no Legislativo.

Filho mais velho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conversou com o presidente da Câmara, Hugo Mota (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sobre os efeitos da legislação americana em cada pessoa que se torna alvo dela. As conversas foram realizadas depois de Eduardo Bolsonaro aventar a possibilidade de Mota e Alcolumbre serem alcançados pela lei se não colocarem um projeto de anistia para andar, o que ainda não ocorreu.

Em relatos a terceiros, Flávio ressaltou que teve cuidado para não parecer que estava ameaçando os dois comandantes do Congresso, mas apenas esclarecendo os detalhes da Magnitsky. Em meio ao recente motim bolsonarista na Câmara, que incomodou as sessões do Plenário, Mota já encaminhou ao Conselho de Ética da Casa pedidos de cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro, protocolados por PT e PSOL.

“Não levo muito em consideração essas ameaças, porque, primeiro, não funciono sob ameaça. Então, para mim, isso não altera nem o meu humor, nem a minha maneira de agir”, afirmou o presidente da Câmara ao blog da jornalista Andréa Sadi, no G1.

Fonte: VEJA 

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