Bomba: queda de avião na Índia pode ter sido por sabotagem

Um relatório preliminar sobre a queda do voo AI 171 da Air India, que matou 260 pessoas em 12 de junho de 2025, em Ahmedabad, na Índia, revelou indícios de possível sabotagem. Segundo o documento divulgado pelo Escritório de Investigação de Acidentes Aéreos da Índia, os interruptores de fornecimento de combustível foram movidos para a posição “corte” segundos após a decolagem, levando à perda de potência dos motores do Boeing 787-8 Dreamliner. A gravação da caixa-preta captou um diálogo em que um piloto questiona o outro sobre o corte de combustível, recebendo uma negativa, o que intensifica a suspeita de ação intencional. A tragédia, que também vitimou 29 pessoas em solo ao atingir um alojamento de uma faculdade de medicina, é agora o foco de uma investigação que descarta falhas técnicas.

Investigadores afastaram hipóteses de problemas mecânicos ou de contaminação do combustível, que foi testado e considerado dentro dos padrões. Os flaps da aeronave, essenciais para a sustentação durante a decolagem, estavam corretamente posicionados, reforçando que a causa do acidente não está relacionada a falhas estruturais ou de manutenção. A atenção agora se volta para a tripulação, especialmente para o comandante Sumeet Sabharwal, com mais de 15 mil horas de voo, e o copiloto Clive Kunder, com 3.400 horas de experiência. O relatório destaca que os interruptores de combustível possuem travas de segurança, tornando improvável um acionamento acidental, o que sugere uma possível falha humana ou intenção deliberada.


O acidente, o mais letal da aviação indiana em quase 30 anos, chocou o país e mobilizou autoridades internacionais. A aeronave, que seguia para o aeroporto de Gatwick, em Londres, transportava 242 pessoas, incluindo 169 indianos, 53 britânicos, sete portugueses e um canadense. Apenas um passageiro, Vishwash Kumar Ramesh, sobreviveu, escapando por uma abertura na fuselagem. Vídeos do local mostram o caos, com destroços espalhados e uma densa fumaça preta, enquanto a cauda do avião ficou encravada em um prédio. A Air India, em luto, mudou sua foto nas redes sociais para uma imagem preta e afirmou estar cooperando com as investigações.

A investigação, que conta com apoio da Boeing e de autoridades dos EUA, ainda não tem prazo para a divulgação do relatório final. O ministro da Aviação Civil da Índia, Ram Mohan Naidu Kinjarapu, prometeu uma apuração completa, enquanto o primeiro-ministro Narendra Modi classificou a tragédia como “de partir o coração”. Posts no X reforçam a gravidade do caso, com especulações sobre sabotagem ganhando força após o relatório preliminar. Enquanto as autoridades analisam os protocolos da tripulação e possíveis falhas nos procedimentos, as famílias das vítimas aguardam respostas para um dos piores desastres aéreos da década.

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