A pedido do presidente, o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) fez uma reunião com as lideranças do governo no Congresso na última terça (5).O objetivo foi mostrar os números da gestão até ali e cobrar as pastas para acelerarem a liberação de mais dinheiro.
Até o início de dezembro, o governo diz ter empenhado R$ 29,7 bilhões em emendas parlamentares, 79% a mais do que o que foi empenhado em 2022. A ordem é para que chegue ao dobro, ou seja, repassar mais R$ 3,5 bilhões em recursos para o Congresso.
O principal foco do Palácio do Planalto é evitar qualquer surpresa nas votações das pautas econômicas, que devem encerrar o ano legislativo. Lula quer começar 2024 com reforma tributária aprovada e foco em arrecadação para estimular investimentos no PAC (Programa de Aceleração ao Crescimento).
O objetivo é dobrar a meta
Pressionados pelo Congresso, Lula e a articulação do Planalto já vêm cobrando a aceleração de emendas liberadas pelos ministros desde o meio do ano, mas agora deixou a meta clara: repassar o dobro do último ano de Bolsonaro.
Nos 11 primeiros meses, segundo o governo, foram repassados: