Silvinei Vasques está impedido de estudar para OAB na cadeia

Silvinei OAB | Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, durante seu depoimento à CPMI do 8 de janeiro - 20/06/2023 | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A defesa de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), alega que ele tem sido impedido de estudar para a segunda fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O ex-diretor da PRF havia sido preso, em agosto deste ano, pela Polícia Federal (PF)em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Ele é suspeito de usar a corporação para interferir no segundo turno das eleições de 2022. 

Vasques tinha sido transferido para Brasília, onde foi encaminhado ao Complexo Penitenciário da Papuda. O advogado dele, Eduardo Pedro Nostrani Simão, acusou a administração penitenciária de reter o material de estudo.

“A administração penitenciária reteve seu material de estudo sem nenhuma justificativa”, disse Nostrani Simão. “Fato que deve ser apurado em tempo e modo.”

Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, durante seu depoimento à CPMI do 8 de janeiro — 20/6/2023 | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O defensor de Vasques relatou que “a mesma administração penitenciária está impedindo que roupas cheguem ao preso, tendo ele que utilizar vestes de outros detentos”.

Moraes havia autorizado Silvinei a fazer exame para OAB

Silvinei Vasques havia sido autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito em que ele é investigado por suspeita de interferência nas eleições de 2022, para fazer a prova da OAB.

Para realizar a primeira fase do exame, que ocorreu em 19 de novembro, Vasques deixou a penitenciária, sob esquema de segurança, conforme determinação do STF. Ele fez a prova em uma universidade de Brasília, em uma sala isolada.

Preso pela PF em 9 de agosto, Vasques é suspeito de utilizar a PRF para dificultar a chegada de eleitores do Nordeste aos locais de votação durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Ele nega a acusação.

 

Os crimes investigados incluem prevaricação, caracterizado quando um servidor público deixa de cumprir seu dever, violência política e obstrução ou interferência no processo eleitoral.



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