Entenda por que açúcar não é indicado para crianças com menos de 2 anos e quais são os danos a saúde

A introdução alimentar aos bebês começa após os seis meses de idade e alimentos ricos em açúcares não devem ser ofertados até, pelo menos, os 2 anos, de acordo com entidades médicas e o próprio Ministério da Saúde.

Contrariar essa diretriz pode provocar danos a longo prazo na saúde dos pequenos, tanto por favorecer o surgimento precoce de doenças quanto por virar motivo para uma recusa aos alimentos mais saudáveis.

Além do risco de surgimento de problemas de saúde, quanto antes se inicia o consumo de açúcar, maiores as chances de se desenvolver um paladar excessivamente voltado ao doce, cultivando uma preferência aos alimentos ultraprocessados (entenda mais abaixo).

Contexto: O tema veio à tona nesta semana após a modelo Bárbara Evans ter oferecido brigadeiro para a filha Ayla, de 1 ano. Após ser criticada nas redes sociais, ela rebateu dizendo: “a filha é minha. Então, quem decide o que ela come sou eu”. No entanto, a atitude contraria o que dizem diversas entidades e especialistas da área.

Segundo o “Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 anos”, do Ministério da Saúde, “os açúcares, melado, rapadura e mel (…) não devem ser oferecidos para crianças menores de 2 anos”. Os adoçantes também não são recomendados.

O Guia explica que o consumo precoce de açúcar:

Fonte TBN – Link Original

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