A questão do aborto e da legalização da maconha tem sido motivo de intenso debate no cenário político brasileiro. Recentemente, o Ministério da Saúde manifestou apoio a possíveis mudanças nessas áreas, levantando preocupações entre diferentes setores da sociedade. A abordagem do órgão em relação a esses temas, supostamente fundamentada em questões ideológicas de esquerda, tem suscitado questionamentos sobre a objetividade e a abrangência das políticas de saúde do país.
Em um cenário polarizado, o Ministério da Saúde se posicionou a favor de mudanças sobre duas questões sensíveis: o aborto e a liberação da maconha. Esse posicionamento foi observado após a aprovação da Resolução 715 pelo Conselho Nacional de Saúde, que incluiu orientações estratégicas para o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Nacional de Saúde (PNS), contendo, entre elas, a menção à legalização do aborto e da maconha.