Esse foi um grito recorrente à frente dos portões militares, durante os 70 dias que sucederam o segundo turno das eleições de 2022. Havia uma mistura de frustração com o resultado que o TSE homologara, e receio quanto ao retorno ao poder do grupo que se locupletou, poucos anos antes, conduzindo o Brasil à grave crise econômica.
A Lava Jato permanecia na memória de boa parte dos brasileiros, que não admitiam ser governados novamente por corruptos e corruptores que assaltaram o país. As conexões políticas do PT com ditaduras do entorno latinoamericano eram outro fator de grande preocupação. O emblemático brado “A nossa Bandeira jamais será vermelha!” sinalizava que a rejeição a Lula era estendida ao autoritarismo dos regimes socialistas na Venezuela, Nicarágua, Cuba e Bolívia.
Porque o socorro não veio?
Debate com Paulo Figueiredo mencionado:
CRISE NO EXÉRCITO? https://youtu.be/Iqsgj3nmiDk
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