O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (15) que sua relação com o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, esteve restrita à busca de investimentos para o filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Durante evento promovido pela revista Veja, em São Paulo, Flávio rebateu questionamentos sobre o tema e negou qualquer irregularidade na aproximação com o banqueiro.
“A minha relação com ele foi única e exclusivamente por causa do filme. Não tem outra coisa para falar de mim, a não ser isso, que não tem absolutamente nada de errado”, declarou.
O senador também afirmou que o projeto cinematográfico foi estruturado como um investimento privado, com expectativa de retorno financeiro aos participantes.
A declaração ocorre após a divulgação de informações sobre negociações envolvendo a captação de recursos para Dark Horse. O filme é apresentado pelos idealizadores como uma homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro e busca retratar aspectos de sua trajetória política e pessoal.
Questionado sobre o impacto do episódio em sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, Flávio destacou que não é alvo de investigações e ressaltou sua situação jurídica.
“Eu tenho ficha limpa. Não sou investigado em absolutamente nada. Não devo nada para ninguém”, afirmou.
No mesmo evento, o senador voltou a comentar sua viagem recente aos Estados Unidos. Segundo ele, pediu ao governo do presidente dos EUA, Donald Trump (Republicano), que não ampliasse tarifas sobre produtos brasileiros e defendeu o enquadramento do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.
Flávio argumentou que o combate às facções criminosas depende de cooperação internacional para atingir as fontes de financiamento dos grupos.