PP pede “amplo direito de defesa” para Ciro após operação da PF

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O partido Progressistas se manifestou nesta quinta-feira (7) após o presidente da sigla, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ser alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) com autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Em nota enviada à imprensa, o secretário-geral do PP, Aldo Rosa, afirmou esperar que o parlamentar tenha garantido o amplo direito de defesa durante o andamento das investigações.

“O Progressistas espera que os fatos ocorridos na data de hoje, com o presidente Ciro Nogueira, sejam devidamente esclarecidos, com estrita observância ao amplo direito de defesa e ao devido processo legal”, declarou.

“O partido manifesta sua confiança nas instituições e na Justiça brasileira”, acrescentou.

A investigação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o sistema financeiro nacional relacionados ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo a PF, há indícios de que Ciro teria atuado em favor de interesses do banco no Congresso Nacional em troca de vantagens indevidas. Entre os elementos apontados pelos investigadores estão pagamentos mensais, custeio de despesas pessoais, aquisição de participação societária com desconto considerado elevado e possível recebimento de dinheiro em espécie.

Um dos principais pontos da investigação envolve a chamada “emenda Master”, apresentada por Ciro em agosto de 2024 durante a tramitação da PEC da autonomia do Banco Central.

A proposta aumentava de R$ 250 mil para R$ 1 milhão o teto de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), medida que, segundo a PF, beneficiaria diretamente o Banco Master.

Na decisão que autorizou a operação, André Mendonça afirmou haver indícios de que o texto da emenda tenha sido elaborado dentro do próprio banco antes de ser protocolado pelo senador.

“A representação descreve, de modo específico, que o senador apresentou a Emenda nº 11 à PEC nº 65/2023 com conteúdo produzido no âmbito do Banco Master”, escreveu o ministro.

A defesa de Ciro afirmou que o senador está disposto a colaborar com as investigações e negou irregularidades. Em nota, os advogados disseram que o parlamentar “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar”.



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