O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes venceria o deputado estadual Douglas Ruas, possivelmente já no primeiro turno, se as eleições para governador fossem hoje, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas.
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Na pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados, Paes lidera com 53% das intenções de voto. Ruas aparece com 13,2%.
Na sequência, aparecem Wilson Witzel com 3,6%, André Marinho com 2,8%, Rafa Luz com 2,1%, Willian Siri com 1% e André Português com 0,7%.
Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 15,2%. Outros 8,5% não souberam ou não opinaram.
- Eduardo Paes (PSD): 53%
- Douglas Ruas (PL): 13,2%
- Wilson Witzel (Democrata): 3,6%
- André Marinho (Novo): 2,8%
- Bombeiro Rafa Luz (Missão): 2,1%
- Willian Siri (PSOL): 1%
- André Português (Republicanos): 0,7%
- Brancos/nulos/nenhum dos candidatos: 15,2%
- Não sabem/não opinaram: 8,5%
Em um eventual segundo turno, Paes teria 58,8% dos votos, contra 20,7% de Ruas. Brancos, nulos e nenhum somariam 13,9%, enquanto 6,7% não souberam responder. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais.
Na pesquisa espontânea, em que os nomes não são apresentados, 72,9% dos entrevistados afirmaram não ter candidato definido. Paes aparece com 15,2%, enquanto Ruas registra 1,9%. Brancos, nulos ou nenhum somam 7,5%. Outros nomes, como Cláudio Castro, Rafa Luz, Marinho, Siri e Witzel aparecem com até 1%.
O cenário ocorre em meio à disputa judicial sobre o comando do governo do estado. Douglas Ruas acionou o Supremo Tribunal Federal para tentar assumir o cargo, atualmente exercido interinamente por Ricardo Couto.
A ação discute o formato da eleição que definirá o governador no mandato-tampão até dezembro. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Flávio Dino.
Para o Senado, o levantamento mostra cenário mais equilibrado. Benedita da Silva lidera com 30,4%, seguida por Cláudio Castro com 29,9% e Marcelo Crivella com 21,5%.
Também aparecem Pedro Paulo com 19,4%, Márcio Canella com 17,1%, Marcos Dias com 5,6% e Hélio Secco com 2,5%.
Cláudio Castro está inelegível por oito anos, mas sua defesa tenta reverter a decisão na Justiça.