Flávio não vencerá apenas com apoio de “quem admira” Bolsonaro

Marinho no ALive: Flávio não vencerá apenas com apoio de “quem admira” Bolsonaro

Em entrevista ao programa ALive desta quinta-feira (23), o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que o senador não vencerá a eleição deste ano apenas com apoio de “quem admira” o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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“Nós não vamos ganhar a eleição apenas com quem admira Bolsonaro, com quem é de direita de forma convicta, até porque eu diria que a cultura ou a educação política da nossa sociedade não é a mais adequada”, afirmou o senador.

Ele acrescentou que parte do eleitorado brasileiro “não tem muita convicção ou muita nitidez” sobre valores conservadores, mas acaba sendo, “intuitivamente”, conservador.

Segundo Marinho, o cidadão brasileiro “é alguém, por exemplo, que respeita o direito à propriedade, é alguém que abomina o fato de que se tratem marginais como vítimas da sociedade, bandidos como vítimas da sociedade, é alguém que quer que a família seja o centro da formação da nossa identidade, que quer que a família participe da educação das suas crianças”.

“Então é a antítese, é o contrário do que preconiza, por exemplo, o PT. Mas muita gente que pensa assim vota no PT, e existe um centro político e pragmático na nossa política partidária que, mesmo se alinhando com uma visão mais à direita, adere ao governo de ocasião”, continuou o senador.

“Eu vejo o que ocorre agora no governo do Lula, e não foi diferente”, destacou. “Quase 20 anos de governo do PT, e esses governos aconteceram porque foi dada governabilidade pelo Congresso Nacional. E essa governabilidade aconteceu por políticos que fazem parte de partidos que poderão dar governabilidade também ao nosso governo”.

“Então, para ganharmos as eleições, nós não podemos perder a nossa essência: qual é a nossa agenda, o que nós defendemos, o que queremos implementar enquanto governantes. Mas, ao mesmo tempo, nós não podemos repudiar o voto. Não é inteligente, não é razoável, isso pode significar inclusive um insucesso eleitoral”, afirmou Marinho.

O coordenador da campanha também afirmou que, em 2026, Flávio Bolsonaro terá entre 23 e 25 palanques regionais já no 1º turno, número superior às eleições de Jair de 2018 e 2022.

“2026 não é 2018, nem tampouco 2022. Então o que é que nós estamos fazendo, e isso é um, eu diria, um diferencial do Flávio, nós passamos quase três meses agora e devemos ter mais um mês e meio debruçados sobre o processo de transigência, de negociação, de arrumação de palanques regionais”, destacou Marinho.

“Talvez em dois ou três estados da Federação nós não tenhamos candidatos ao governo do Estado que vão apoiar o nosso pré-candidato no primeiro turno”, completou o coordenador da campanha.

Marinho afirmou que acredita que “há necessidade de transigir, de negociar, de fazer concessões” na política: “Até porque a nossa verdade, por mais verdadeira que ela possa parecer para nós, ela necessariamente precisa ser plural. O país é enorme, tem muitas diferenças”.

“E aí o que Flávio tem praticado é justamente essa temperança, essa tolerância, essa transigência, essa negociação, sem perder a essência, sem perder o que nos inspira”, afirmou o coordenador da campanha do filho de Jair.

“Então tudo o que o Bolsonaro implementou é o que nós queremos implementar, evidentemente sem repetir os erros e potencializando os nossos acertos, e fazendo as negociações e concessões necessárias para vencermos as eleições”, completou Marinho.

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