Segundo pesquisa chinesa, compostos químicos presentes na cera de ouvido podem detectar o Parkinson; saiba mais

A cera de ouvido pode ajudar a identificar sinais precoces da doença de Parkinson, segundo um estudo publicado no fim de maio na revista Analytical Chemistry. Pesquisadores chineses descobriram que compostos químicos presentes na substância diferem entre pessoas com e sem a condição neurológica.

O achado pode abrir caminho para um teste diagnóstico mais simples, barato e precoce, algo que pode fazer grande diferença na vida dos pacientes. Quanto mais cedo o Parkinson é identificado, mais eficazes tendem a ser as estratégias de tratamento e controle dos sintomas.


A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade de Zhejiang, na China, com base em descobertas anteriores que apontam uma possível alteração no odor corporal em pessoas com Parkinson, provocada por mudanças na produção de sebo, a substância oleosa que hidrata a pele.

Como o sebo presente na superfície da pele é exposto ao ar e ao ambiente, ele tende a sofrer alterações que dificultam sua análise em testes clínicos. Já a cera de ouvido é uma secreção mais protegida, o que permite uma investigação mais estável e precisa.

Os pesquisadores analisaram amostras do canal auditivo de 209 participantes, sendo 108 com diagnóstico de Parkinson. Quatro compostos orgânicos voláteis (COVs) se destacaram nas amostras de pacientes com a doença: etilbenzeno, 4-etiltolueno, pentanal e 2-pentadecil-1,3-dioxolano.

Esses compostos podem refletir alterações causadas por processos como inflamação, estresse celular e degeneração dos neurônios.

Fonte: Metrópoles

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