Foto de Fábio Setti ilustra reportagem da The New Yorker sobre Alexandre de Moraes Imagem: Reprodução/redes sociais
Nas últimas 48 horas, a revista britânica The Economist publicou uma série de postagens criticando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, começando no dia 16 de abril de 2025. No artigo intitulado “O juiz que governaria a internet”, a revista acusa Moraes de exercer “poder excessivo” e de focar em figuras da direita ao restringir a liberdade de expressão online, gerando preocupação sobre sua atuação no cenário político brasileiro.
No dia 17 de abril, a The Economist voltou a abordar o tema, pedindo que o STF adote “moderação” para evitar uma crise de confiança entre os brasileiros. A publicação criticou os “poderes surpreendentemente amplos” de Moraes, especialmente em casos sensíveis como a investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que, segundo a revista, deveria ser julgada no plenário da corte. Essa sequência de críticas em tão curto intervalo reflete uma crescente inquietação internacional sobre o impacto das decisões de Moraes na democracia brasileira.

