O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, será o relator de três ações relacionadas ao caso Master e ao filme “Dark Horse”. Os processos chegaram ao magistrado por sorteio, após a publicação de uma resolução, em maio, que o designou, ao lado de André Mendonça e Estela Aranha, para atuar nas representações sobre propaganda eleitoral.
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Uma das ações trata da contestação apresentada pelo PL contra uma pesquisa do instituto AtlasIntel, após denúncia do jornalista Claudio Dantas. Segundo o partido, um dos questionários do levantamento teria induzido respostas ao reproduzir o áudio de uma conversa entre o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, controlador do Master.
Em outro processo, o deputado federal petista Rogério Correia (MG) pede que a Justiça Eleitoral impeça a exibição do filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O parlamentar argumenta que a obra pode produzir um “efeito eleitoral abusivo”.
A terceira ação foi apresentada pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP). O pedido é para que o TSE investigue se houve abuso de poder econômico e político no financiamento de “Dark Horse”. Segundo o parlamentar, o filme terá repercussão nas eleições e poderá desequilibrar a disputa presidencial.