A sabatina de Jorge Messias no Senado nasceu como um rito institucional: a avaliação pública de um indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal), com perguntas sobre trajetória, compreensão constitucional e capacidade de ocupar uma cadeira vitalícia na Corte.
✅ Siga o canal do Claudio Dantas no WhatsApp
Nas redes sociais, porém, o tema ganhou força após a votação. Durante a sabatina, houve cerca de 6 mil menções. Nas cinco horas seguintes à rejeição, o volume saltou para 195.427 registros públicos.
Entre as manifestações opinativas, 71% apoiaram ou comemoraram a rejeição. Outros 18% criticaram o resultado ou defenderam o indicado, segundo levantamento divulgado pela CNN. O restante manteve tom neutro ou informativo.
O vocabulário predominante nas publicações foi associado a disputa política, com termos como derrota, recado, contenção, limite e vitória.
No total, 89% das menções relacionaram diretamente Jorge Messias ao Lula.
A análise considerou 201.621 menções públicas entre os dias 29 e 30 de abril de 2026. O conteúdo inclui publicações, comentários, respostas, vídeos e chamadas jornalísticas.
A distribuição das plataformas foi de 46% no X (Twitter), 31% no Instagram, 9% no Facebook, 6% no TikTok, 4% no YouTube e 4% em portais de notícia e áreas públicas de comentários.