Leite diz a Caiado que pacificação não será alcançada com anistia

Leite diz a Caiado que pacificação não será alcançada com anistia

O governador do Rio Grande do Sul (RS), Eduardo Leite (PSD), afirmou que a pacificação do país não será alcançada com anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, tema defendido por Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência pelo partido.

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Leite se reuniu com Caiado ontem (09) e pediu desculpas por não tê-lo parabenizado após a escolha do nome pelo PSD para a disputa presidencial.

“Estive hoje com o governador Caiado e aproveitei para, antes de mais nada, me desculpar pela indelicadeza não intencional de não tê-lo parabenizado pela indicação como pré-candidato do PSD”, escreveu nas redes sociais.

O governador gaúcho também divulgou uma carta ao colega com pontos que considera centrais para o debate eleitoral. Entre eles, criticou a proposta de “anistia ampla” sugerida por Caiado.

“Não me parece que a pacificação nacional será alcançada com a inauguração de um governo tendo como um de seus primeiros atos a concessão de anistia ampla aos envolvidos nesses episódios. Uma medida dessa natureza, logo no início, tende a interromper o diálogo com uma parcela significativa da população, que não se sente representada por esse caminho”, afirmou no X.

Leite defendeu que eventuais excessos nas punições sejam discutidos por vias institucionais. “Acredito que o Brasil precisa de uma alternativa que represente equilíbrio, serenidade e responsabilidade. E acredito, sinceramente, que é possível construir essa alternativa — desde que haja disposição verdadeira para ampliar, para ouvir e para integrar”, disse na rede social.

Ele também ressaltou que “eventuais excessos podem e devem ser debatidos”, mas que há caminhos mais adequados, como o aperfeiçoamento da dosimetria das penas no Congresso.

Na carta, Leite destacou ainda respeito pela trajetória de Caiado e classificou o momento como relevante para o país: “O Brasil precisa, mais do que nunca, superar a lógica da polarização radicalizada. Precisa de um projeto que não se defina por oposição a este ou àquele nome, mas que se afirme por uma visão própria de país. Uma visão que una responsabilidade fiscal com sensibilidade social, firmeza institucional com capacidade de diálogo”.



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