O Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) decidiu, nesta terça-feira (7), promover três procuradores regionais ao cargo de subprocurador-geral da República, posição mais alta da carreira dentro da instituição.
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Entre os escolhidos está Januário Paludo, que ganhou projeção nacional por integrar a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba. A ascensão do procurador ocorreu pelo critério de antiguidade, conforme deliberação do colegiado.
Também foram promovidos Mônica Campos de Ré, que atuou na Lava Jato no Rio de Janeiro e avançou por merecimento, e Carlos Augusto da Silva Cazarré, do Rio Grande do Sul, igualmente escolhido com base em avaliação de desempenho.
A decisão foi tomada no âmbito do Conselho Superior, órgão responsável por deliberações administrativas relevantes no MPF. Nos bastidores, a promoção de nomes ligados à Lava Jato foi interpretada como um indicativo de que a influência da operação ainda permanece presente na instituição.
A promoção consolida a trajetória de Paludo dentro do Ministério Público, onde construiu carreira marcada por atuação em grandes operações, e o coloca entre os membros aptos a atuar nos tribunais superiores, incluindo o Superior Tribunal de Justiça (STJ).