Ato na Alesp foi “grito de socorro”

O programa ALive desta sexta (20) contou com a participação da deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL-SP), alvo da esquerda por ato durante discurso na Alesp contra a escolha de Erika Hilton (Psol-SP) como presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.

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A deputada passou maquiagem marrom na tribuna para mostrar que, mesmo assim, nunca sentirá “na pele a dor que uma pessoa negra sentiu pelo racismo”. Com isso, quis destacar que mulheres trans também nunca vivenciarão as dores de uma mulher biológica, nem se tornarão uma.

Após o ato, Fabiana se tornou alvo da esquerda, sob a acusação de ter realizado “blackface”. No ALive, ela respondeu às acusações: “Eu sei muito bem o que eu fiz, eu sou formada em Direito, eu sei que eu não fiz blackface, como eles estão tentando colocar em mim”.

A deputada estadual disse que está “muito tranquila” e que o ato dela foi um “basta”: “Aquilo que eu decidi fazer foi justamente isso. Basta, chega, não aguentamos mais! Eu não sou mulher cis, eu sou mulher, eu não sou um corpo que gesta, eu sou uma mãe, eu sou uma grávida”.

Foto: Reprodução/YouTube @ClaudioDantasOficial

Ela também disse que a “esquerda é super cruel” e relembrou um episódio na Alesp em que, ao mostrar em discurso que a filha dela “não era um aglomerado de células”, e sim um “ser vivo”, uma deputada do PSOL logo em seguida começou a dizer que “era a favor do aborto até o último dia de gravidez”.

“Naquele dia eu saí em prantos da tribuna, pensando que minha filha só estava viva porque estava no meu ventre, e se estivesse no ventre dela ou de qualquer pessoa que pareça ter as mesmas ideologias, estaria morta”, comentou.

“A partir daquele dia, eu decidi que não fariam mais isso, que eles [esquerda] não iam mais prosperar, que eu não ia mais me calar, que eu não ia mais permitir que isso ocorresse”, afirmou Fabiana. “Ou a gente se impõe, ou eles vão engolir a gente”.

Ela ainda reafirmou que seu ato na Alesp foi “grito de socorro”: “Eu não sei as dores do outro, eu sei as minhas, como mulher. Eu entendo de útero, de cólica, de vários assuntos, de gravidez. Coisas que eu vivi, que eu passei, e muito mais coisas que eu vivi e passei durante a minha vida, como a mulher que eu sou. Esse discurso de vir e falar, você é mulher cis, chega. Eu não sou mulher cis. Eu só sou uma mulher”.

“Chega disso. A gente tem que colocar um limite”, completou a parlamentar de SP.

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