Espanha revela nova descoberta sobre causas de apagão que atingiu países europeus

O apagão que atingiu Portugal e Espanha no final de abril foi causado perda de geração de energia em uma subestação em Granada, seguida segundos mais tarde por falhas em Badajoz e Sevilha, informou a informou a ministra da Energia espanhola, Sara Aagesen, nesta quarta-feira, 14. A pane nas três cidades levou à falta de 2,2 gigawatts de eletricidade, o que desencadeou desconexões em série da rede  elétrica.

Trata-se da primeira vez que uma autoridade de um dos dois países dá atualizações sobre o caso. Ainda não se sabe, contudo, o que provocou o blecaute na subestação em Granada. Aagensen adiantou que o 

adiantou que o processo de investigação é complicado e que, portanto, não pode ser solucionada com respostas simples.

Ela informou que o país está “analisando milhões de dados” e “continua a progredir na identificação de onde ocorreram essas perdas de geração e já sabemos que elas começaram em Granada, Badajoz e 

Sevilha”. Autoridades também analisam relatos de operadoras sobre volatilidade nos dias anteriores ao caos elétrico. Os investigadores, segundo Aagesen, descartaram a possibilidade ataque cibernético à operadora de rede espanhola REE, mas avaliam o excesso de voltagem como uma possível causa para o problema.

Em meio às críticas da oposição sobre inércia, ela disse que o governo não recebeu “nenhum alerta, nenhum aviso” antes do apagão. Ela também defendeu a política energética do governo, dizendo que as energias renováveis ​​reduziram as contas de energia para residências e empresas e permitirão que a Espanha atraia mais investimentos. A iniciativa, além disso, permite uma maior autonomia energética em meio à instabilidade geopolítica, acrescentou.

“Uma mistura com mais energias renováveis ​​reduz os riscos externos. Ela nos permite antecipar, adaptar e responder rapidamente a qualquer eventualidade”, afirmou ela.

Relembre o caso
Um apagão geral foi reportado por moradores de Portugal, Espanha e outros países da Europa na manhã de 28 de abril. O blecaute, que viu o fornecimento de energia cair o equivalente a 60% da demanda espanhola em apenas cinco segundos, deixou os dois países sem trens, metrôs, semáforos, caixas eletrônicos, redes telefônicas e acesso à internet. A falha também afeta nações como é a França. 

Pessoas ficaram presas em elevadores, em trens, paradas no trânsito e ilhadas em aeroportos. Centenas precisaram sair do metrô aos tropeços nos túneis escuros, usando apenas as lanternas do celular; outras correram para comprar itens básicos em supermercados que só aceitavam dinheiro.

Além de voos cancelados, serviços ferroviários em toda a Península Ibérica foram interrompidos: 35 mil passageiros presos em mais de 100 trens foram socorridos por companhias ferroviárias e pela unidade emergência militar. Sem semáforos, o congestionamento entupiu as ruas. E embora bancos eletrônicos funcionassem com sistemas de backup, a maioria das telas dos caixas eletrônicos ficou em branco. O torneio de tênis Madrid Open foi suspenso.

Fonte: Veja

 

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