“O proprietário pediu para o dono da náutica fazer outra [lancha]. Quando ele fizesse a outra lancha, eles poderiam negociar. Ele fingiu que estava fazendo e nunca entregava. Mas mesmo assim, ele negociou os objetos do proprietário que ele não poderia, pois ele não tinha essa autorização”, afirmou Maia.
Fonte: g1