No Espírito Santo, cerca de mil mulheres invadiram uma área da Suzano Papel e Celulose. A ação gerou críticas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que condenou as invasões e defendeu o respeito à propriedade privada.
Em outras regiões do país, o MST também intensificou suas mobilizações, com protestos contra o agronegócio e em favor da distribuição de terras para a reforma agrária.
Em São Paulo, os sem-terra ocuparam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). No Nordeste, ações contra os impactos de projetos energéticos e privatizações ocorreram em Alagoas, Ceará e Sergipe.
Invasões
Após anos discretos durante o governo de Jair Bolsonaro, o MST retomou as invasões de propriedade após o início do governo Lula. Em abril do ano passado, o movimento liderou 32 invasões.
A retomada das ações do movimento levou à instalação de uma CPI na Câmara dos Deputados no segundo semestre de 2023.
A comissão acabou sem resultado prático e sem a votação do relatório final após intervenção do governo Lula.
Com informações o antagonista