Sua defesa pediu uma condenação de até 11 anos em uma tentativa de encontrar um ponto médio entre a gravidade das acusações e as supostas limitações que Redden enfrentaria por sua saúde mental.
“Não sou uma má pessoa, não sou um cara malvado”, disse Redden à juíza Susan Johnson.
“Não estou justificando minhas ações, mas digo que não sou uma má pessoa, e sei que não tentei matar Mary Kay Holthus, sei que me importava com seu bem-estar”, acrescentou.
A Promotoria, por sua vez, pediu uma pena considerável, e leu um comunicado de Holthus, que se disse a favorável a sentenciá-lo com a maior pena possível.
“Ele tomou a decisão consciente de me matar e fez tudo o que foi possível para consegui-lo”, afirmou a juíza no texto que Redden ouviu com lágrimas no rosto.
A juíza Johnson argumentou que os médicos que avaliaram Redden concluíram que ele entendia a diferença entre bem e mal, e que o ataque não foi apenas contra Holthus. “Foi também um ataque contra o Poder Judiciário”, disse.
Johnson o sentenciou a várias penas consecutivas por cada uma das acusações pendentes, uma decisão que deixará Redden atrás das grades por ao menos 26 anos, quando poderá pedir liberdade condicional.
Vestindo o uniforme azul da prisão e algemado nas mãos e nos pés, Redden não reagiu à sentença.
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Fonte: g1