A operação é fruto de várias investigações conduzidas pela Coordenação de Combate à Criminalidade e ao Acesso à Informação (CCASI) e por unidades especializadas das Polícias Civis estaduais.
A ação também recebeu apoio de organismos internacionais, incluindo a Agência de Investigação Interna (Homeland Security Investigations), vinculada à Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.
De acordo com o Inhope, consórcio internacional que reúne 46 serviços de denúncia de imagens de abuso sexual de 40 países, o Brasil figura entre os 10 países que mais compartilham esse tipo de conteúdo nos meios digitais.
O foco das buscas e apreensões de hoje são indivíduos que possuem, compartilham ou comercializam material audiovisual com registros de abuso sexual infantil.
São condutas criminosas, cujas penas variam de 1 ano a 8 anos de prisão, mas podem aumentar de acordo com a quantidade de material e seu conteúdo, entre outros fatores.
Gazeta Brasil