As riquezas do agronegócio que o MST tenta esconder

Na terça-feira 15, João Pedro Stédile tentou desacreditar a importância do agronegócio na CPI do MST. O setor, entretanto, mantém o emprego de 27% dos trabalhadores do Brasil, de acordo com um levantamento recente da USP.

O militante acusa o agronegócio de não gerar desenvolvimento para o país por se limitar a commodities. Contudo, o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e as regiões onde o agro ocupa papel de proeminência provam justamente o contrário.

Por meio de um sistema de parceria com os produtores rurais, a Embrapa liderou uma das maiores revoluções verdes da história. Esse trabalho tornou as áreas de cerrado agricultáveis, expandindo a safra de alimentos, promovendo povoamento e desenvolvimento.

No Mato Grosso, por exemplo, o carro-chefe é o agronegócio. Famílias de pequenos agricultores migraram para o Estado em busca de prosperidade e se tornaram grandes produtores. Em 40 anos, houve um salto, transformando a agropecuária mato-grossense em um dos pilares para a segurança alimentar do planeta.

Áreas pouco habitadas que mais pareciam fazendas malcuidadas deram espaço a cidades pujantes, cercadas por propriedades agrícolas com o mais alto grau de tecnologia.

Tangará da Serra, por exemplo, mal tinha asfalto no começo da década de 1980. Atualmente, essa mesma cidade que vive do agro tem um shopping center, hospitais, faculdades e franquias de todo o planeta.

Fonte TBN – Link Original

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