Atualização: “fantasma”, criminoso que planejava mortes de policiais sobrevive após tiro na cabeça e segue internado

O suspeito de planejar a morte de um policial militar e baleado em confronto com policiais civis nesta quarta-feira (5), André Luiz de Souza Santos, conhecido como “Fantasma”, sobreviveu aos ferimentos. Ele está internado no Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, e pode de perder o olho esquerdo, embora não tenha lesão letal aparente. As informações foram coletadas pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE. A Polícia Civil confirmou que o homem encontra-se custodiado e sob cuidados médicos.

O homem levou três tiros. Um deles atingiu a face, mas não comprometeu o crânio. Pelo ferimento, ele será atendido por cirurgiões buco-maxilo-faciais e oftalmologista, pelo risco de perder o olho esquerdo. Os outros dois disparos atingiram o ombro e a coxa. As informações são da Tribuna do Norte.

“Fantasma” foi baleado durante uma operação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Nova Parnamirim, na cidade de Parnamirim. De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, ele integra facção criminosa e foi mentor intelectual da morte do policial militar João Victor Serafim Ramos, na última sexta-feira (30), no bairro Felipe Camarão. 

De acordo com a Polícia Civil, “Fantasma” reagiu à abordagem realizada pelos policiais da DHPP. Na troca de tiros, o criminoso foi alvejado e socorrido pela equipe, estando no momento sob cuidados médicos. 

A Polícia Civil investiga se os três policiais mortos em menos de dois meses no bairro Felipe Camarão, zona Oeste de Natal, foram executados pela facção criminosa Sindicato do Crime. Segundo a PCRN, os assassinatos apresentam aspectos de execução e a linha de investigação aponta que tenham sido motivados por integrantes do Sindicato do Crime do Estado com o intuito de crescerem na facção. A prática, segundo o órgão, faz parte da dinâmica do grupo criminoso. 

O sargento João Victor Serafim foi morto com mais de 25 tiros na última sexta-feira (30). O diretor da Divisão Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e delegado responsável pelo caso, Márcio Lemos, disse que dois suspeitos de participação no crime já foram presos e devem ser indiciados após a conclusão do inquérito da Polícia Civil. Trata-se de um casal, preso no dia do crime, que morava no imóvel do policial militar por aluguel. Aliado a isso, um adolescente com suspeita confirmada no crime segue apreendido. 

Fonte TBN – Link Original

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