Durante o programa ALive desta segunda-feira (19), o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL-PB) rebateu as críticas feitas pelo presidente Lula (PT) à área da saúde durante o governo Bolsonaro, no debate da Band realizado na noite de ontem (18). Segundo Queiroga, o petista instituiu no Brasil um SUS alternativo, o “Sistema Único de Sacanagem”.
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“Ele instituiu no Brasil desde o seu início de governo. Waldomiro Diniz, Mensalão, Petrolão. Agora tá aí esse escândalo do INSS com o sr. Careca do INSS, que é sócio da Roberta Luchsinger”, criticou Queiroga.
Ainda de acordo com o ex-ministro, Lula, por meio da corrupção em seus governos, “tirou recursos da saúde e da educação”. Queiroga relembrou que a Constituição de 88 “foi quem trouxe o SUS” e afirmou que Lula e o PT foram contra a criação do Sistema Único de Saúde na época. Disse também que o petista “comemorou a chegada” da Covid-19.
Ao abordar a pandemia, que atingiu o Brasil durante o governo Bolsonaro, Queiroga afirmou que muitos dos problemas enfrentados durante a crise sanitária decorreram “do que não foi feito nos governos do PT”. “Eu posso aqui citar para vocês que durante o período de 2008 a 2018, que abrange os governos Lula e Dilma, foram fechados 40 mil leitos hospitalares”.
“Foi um período onde nós tivemos escândalos de corrupção muito graves. Aqui eu quero lembrar a chamada Operação Sanguessuga, que investigou a máfia das ambulâncias. A Operação Pulso, com dinheiro caindo de edifícios lá em boa viagem”, continuou.
“E o que fez o Lula em relação ao provimento de recursos humanos para o sistema de saúde? Ele trouxe médicos ou profissionais de saúde, nós não sabemos se exatamente eram médicos, em forma escravizada aqui para o Brasil e é por isso que o seu Alexandre Padilha não pode ir para lá [EUA]”, completou o ex-ministro.
Queiroga também defendeu o legado do governo Bolsonaro na área da saúde. “Não há de que se envergonhar do que Jair Bolsonaro fez na saúde. É um homem de coragem que me pediu para procurar harmonizar as relações entre os profissionais de saúde, que defendiam bandeiras diferentes, e é natural na ciência”.
“Eu tenho certeza que o que nós fizemos no sistema de saúde do Brasil foi muito importante para salvar a vida de milhares e milhares de brasileiros”, finalizou.
