Senado: veja os nomes da direita eleitos em 2026

A eleição deste domingo (4) renovou dois terços do Senado e ampliou a presença da direita na Casa. Dos 54 senadores eleitos para a próxima legislatura, 19 são do PL, que passará a ter 28 representantes a partir de fevereiro de 2027.

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O resultado também levou ao Senado nomes como Michelle Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Bia Kicis, Gustavo Gayer, Deltan Dallagnol, Marcel van Hattem, Carol de Toni e Carlos Jordy.

Confira os senadores eleitos identificados com a direita, por Estado:

Acre

Marcio Bittar (PL)
Mara Rocha (Republicanos)

Alagoas

Arthur Lira (PP)

Amapá

Não houve eleito de partido tradicionalmente identificado com a direita entre as duas vagas.

Amazonas

Plínio Valério (PSDB)

Distrito Federal

Michelle Bolsonaro (PL)
Bia Kicis (PL)

O Distrito Federal terá uma bancada feminina formada por Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Damares Alves, que já possui mandato até 2031. A eleição de Michelle e Bia amplia a presença do PL na representação do DF.

Espírito Santo

Evair de Melo (Republicanos)

Goiás

Gustavo Gayer (PL)
Gracinha Caiado (União Brasil)

Maranhão

Lahesio Bonfim (Novo)

Mato Grosso

Zé Medeiros (PL)
Mauro Mendes (União Brasil)

Mato Grosso do Sul

Reinaldo Azambuja (PL)
Capitão Contar (PL)

Minas Gerais

Domingos Sávio (PL)

Pará

Chicão (União Brasil)

Paraná

Filipe Barros (PL)
Deltan Dallagnol (Novo)

Deltan retorna ao Legislativo federal pela eleição ao Senado. Ele e Filipe Barros ficaram com as duas vagas do Paraná, enquanto Gleisi Hoffmann (PT) terminou em quarto lugar.

Rio de Janeiro

Carlos Portinho (PL)
Carlos Jordy (PL)

O Rio terá dois senadores eleitos pelo PL. A dupla substitui parte da atual composição da bancada fluminense na renovação de dois terços da Casa.

Rio Grande do Norte

Styvenson Valentim (Podemos)

Rio Grande do Sul

Sanderson (PL)
Marcel van Hattem (Novo)

Os dois derrotaram candidatos ligados ao PT e ao PSOL. Sanderson e van Hattem assumirão as duas vagas em disputa no Estado.

Rondônia

Dr. Fernando Máximo (PL)
Bruno Scheid (PL)

Roraima

Nicoletti (PL)

Santa Catarina

Carol de Toni (PL)
Carlos Bolsonaro (PL)

Carlos Bolsonaro deixou o cargo de vereador do Rio para disputar o Senado por Santa Catarina e foi eleito. Carol de Toni também conquistou uma das vagas do Estado.

São Paulo

Guilherme Derrite (PP)
André do Prado (PL)

Derrite e André do Prado ficaram com as duas vagas paulistas. Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), que integraram a chapa de Fernando Haddad ao governo estadual, terminaram fora do Senado.

Tocantins

Eduardo Gomes (PL)

Outros eleitos do campo de centro-direita

Além dos nomes do PL, Novo e Republicanos, a nova composição terá senadores eleitos por partidos de centro e centro-direita, como PP, União Brasil, PSDB e Podemos.

Entre eles estão Arthur Lira (PP), em Alagoas; Plínio Valério (PSDB), no Amazonas; Mauro Mendes (União Brasil), no Mato Grosso; Gracinha Caiado (União Brasil), em Goiás; Chicão (União Brasil), no Pará; e Styvenson Valentim (Podemos), no Rio Grande do Norte.

Como ficará o Senado

Com os 54 novos eleitos somados aos 27 senadores que mantêm mandato até 2031, o PL será a maior bancada da Casa, com 28 senadores. O PT terá nove; MDB, oito; PP e União Brasil, seis cada; Republicanos e PSD, cinco cada; PSB, quatro; Novo, três; Podemos e PSDB, dois cada; PDT e Rede, um cada.

O PL foi o partido que mais cresceu na eleição. A legenda elegeu 19 novos senadores e passou de 15 para 28 cadeiras. O Novo elegeu três novos senadores, enquanto o Republicanos conquistou uma nova cadeira.

A renovação muda a composição do Senado a partir de fevereiro de 2027. Entre os novos nomes estão parlamentares de atuação nacional, ex-governadores, deputados federais e integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.



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