Viana quer votação de relatório da CPMI do INSS ainda na madrugada

Carlos Viana

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social  (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que pretende levar à votação o relatório final ainda na madrugada desta sexta-feira (27), mesmo diante do clima de tensão e da longa lista de parlamentares inscritos para discussão.

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O prazo de encerramento do colegiado é neste sábado (28).

Segundo Viana, a expectativa é iniciar os debates e, após horas de pronunciamentos, avançar diretamente para a deliberação. “A minha determinação e a minha vontade é de que a gente termine de hoje para amanhã, na madrugada, se for necessário, a votação do relatório”, declarou.

O senador ressaltou que o objetivo é encerrar os trabalhos da CPMI com uma resposta concreta ao país após cerca de seis meses de investigação. Ele, no entanto, demonstrou preocupação com o tom adotado durante a sessão.

“Hoje tem sido um dia de muitos ataques, especialmente na questão pessoal, que não contribuem em nada para a imagem do Parlamento”, afirmou, ao pedir que os integrantes mantenham o foco no mérito das apurações.

Possível rejeição e novo relator

Caso o parecer apresentado pelo relator Alberto Gaspar seja rejeitado, Viana indicou que caberá à presidência decidir se haverá ou não a designação de um novo relator para apresentar um texto alternativo, conforme deseja a base governista.

“O governo pode solicitar a indicação de um novo relator, mas a decisão, se sim ou se não, é do presidente da comissão. Eu vou avaliar no momento oportuno”, explicou.

O senador também não descartou a tentativa de construir um consenso de última hora, ao menos na redação do texto, sem alterar pontos centrais como os indiciamentos.

“Hora da verdade”

Caso não haja acordo, Viana afirmou que a comissão seguirá para votação, classificando o momento como decisivo. “É a hora da verdade. Vamos saber como cada parlamentar vai colocar ali a sua digital”, disse.

“Seria muito ruim para o país que esse relatório fosse rejeitado e que nós não tivéssemos efetivamente uma solução para a Justiça”, avaliou.

“Ninguém ficará impune”

Mesmo diante da possibilidade de rejeição, Viana afirmou que não haverá impunidade. Ele destacou que as informações levantadas pela CPMI também estão sob análise da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça.

“Se nós aqui não conseguirmos fazer os indiciamentos por questões internas, tenho confiança de que ninguém ficará impune”, declarou.



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