Moraes concede prisão domiciliar a idosa condenada pelo 8 de janeiro – Paulo Figueiredo

Adalgiza Maria Dourado tinha pensamentos suicidas na cadeia, afirmou a defesa nos autos.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prisão domiciliar para a dona de casa Adalgiza Maria Dourado, de 65 anos, condenada a 16 anos de cadeia, em virtude do 8 de janeiro.

Na decisão, assinada na quarta-feira 7, o juiz do STF estabeleceu uma série de medidas restritivas, entre elas, uso de tornozeleira eletrônica, suspensão de passaporte e uso de redes sociais.

“O descumprimento da prisão domiciliar ou de qualquer uma das medidas alternativas implicará na reconversão da domiciliar em prisão”, avisou Moraes, no despacho.

Antes de se manifestar no 8 de janeiro, Adalgiza trabalhava como voluntária em uma instituição que cuida de portadores de HIV.

Defesa de Adalgiza Maria Dourado afirma que ela tem pensamentos suicidas

Conforme a defesa da dona de casa, ela tinha pensamentos suicidas na cadeia, além de ter sofrido maus-tratos.

Por isso, os advogados acionaram a Organização dos Estados Americanos (OEA).

Além da OEA, a defesa fez um apelo ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

Crédito Revista Oeste

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