Os ataques aconteceram no balneário Praia da Figueira, um empreendimento privado com alto fluxo de turistas. Por conta disso, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) interditou parcialmente as praias da região.
Inicialmente, o Imasul havia interditado todo o complexo, mas a administração da praia entrou com pedido de reconsideração. Assim, a parte seca da praia foi liberada.
Até agora, em 2025, ao menos 30 pessoas buscaram a rede de saúde regional informando terem sido mordidas por peixes. Em um dos casos, um turista perdeu parte do dedo.
Fonte: Gazeta de S.Paulo