Por Paulo Figueiredo
Fico feliz com a tentativa de difamação da Agência Puta e do Instituto Comunista do Lula (ICL).
Já falei da primeira: ONG vestida de redação, financiada por George Soros e pelo circuito de fundações da esquerda globalista. Da segunda, muita gente ainda não sabe o que é.
O ICL não é jornal. É panfleto com CNPJ de editora, sócios e linha editorial lulista. No quadro aparecem Felipe Neto, Leandro Demori (aquele ex-PCCept que tinha contrato de R$ 450 mil com a TV Lula) e Otávio Antunes (o marqueteiro do PT/Haddad). No comando, o fundador Eduardo Moreira: ex-sócio do Pactual na era André Esteves e criador da marca Genial.
Sim, a mesma Genial que financia a Quaest, o instituto queridinho da Globo que com regularidade milimétrica entrega a Lula vantagem em todas as pesquisas. A mesma Genial que, na Operação Carbono Oculto, administrou fundo que lava dinheiro do PCC. Gente muito boa! Dá uma satisfação particular.
Eu sei quem são todos vocês e o que fizeram no verão passado. E é exatamente este tipo de gente que eu quero do outro lado. ONG globalista, banqueiro do establishment, amigos do PCC, jornalistas-putas da TV Lula, marqueteiro petista e figurões da esquerda.
Como escreveu Oscar Wilde: sempre se pode julgar um homem pela qualidade dos seus inimigos. Estou muito bem, portanto. A ironia é de antologia. Um veículo de banqueiro e milionários tenta transformar em escândalo a vida (separada, deixo claro – deixamos a pederastia para a redação do ICL kkkk) que o Eduardo Bolsonaro e eu levamos nos Estados Unidos.
Um amigo meu brinca: “Paulo, fama de rico a gente nunca desmente.” Eu até gostaria de estar mais rico, tipo os sócios do ICL. Direita capitalista, celebra a riqueza lícita com dinheiro privado como é o meu caso ou do Eduardo, sem dever satisfação a ninguém.
Mas o hilário é o seguinte: descrevem a vida normal de classe média-alta americana como se fosse o inventário do Daniel Vorcaro. Nunca fizeram reportagem sobre a Janja viver à custa do erário como marajá, nem sobre o Lulinha na Espanha (disso eu fiz vídeo detalhado no PF Show).
Mas “denunciam” o carro de 40 mil dólares do Eduardo. Nos EUA, isso se compra com uns 5 mil de entrada e parcela de 600 por mês. Não é artigo de xeique árabe. É SUV de família. Até Cybertruck é possível comprar. É um carro maravilhoso, mas longe de ser uma McLaren. Sim: nos Estados Unidos a classe média mora bem, financia carro legal com juro baixo e, de vez em quando, viaja e janta num restaurante bom. No Brasil isso já foi possível. Hoje o país está fodido.
A classe média foi achatada e endividada a juro de agiota. Carro popular virou fortuna. Empresa não cresce porque o Judiciário é um cassino, a carga tributária é um confisco e o crédito é dos bancos agiotas. Sabe quem vive vida de luxo de verdade no Brasil? A turma sócia do ICL e a curriola para quem ela trabalha e protege.
Se Deus quiser, isso começa a mudar em janeiro. Com Flávio presidente. E deixo aqui uma promessa: vocês ainda vão me odiar muito mais.
