Em coletiva de imprensa convocada após a reunião com Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca, Flávio Bolsonaro confirmou que pediu “enfaticamente” ao presidente americano que “designe o quanto antes PCC e CV como organizações terroristas estrangeiras”, ressaltando que essas facções controlam territórios inteiros no Brasil e hoje atuam em vários países.
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Caso eleito, o senador prometeu integrar a iniciativa hemisférica Escudo das Américas focada no combate ao narcotráfico e à redução da influência da China na região. O grupo já conta com 12 países, incluindo Argentina, Bolívia, Chile, El Salvador, Equador e Paraguai. Flávio também prometeu intensificar a parceria estratégica com os EUA, inclusive na exploração de terras raras.
Segundo ele, Trump perguntou sobre a prisão de Jair Bolsonaro e se solidarizou com a família. O americano também entregou ao 01 a Moeda de Honra, símbolo de respeito e reconhecimento. “Um gesto raro reservado a aliados de confiança”, disse Flávio, que aproveitou para cutucar Lula. “Minha reunião não foi intermediada por nenhum empresário”, emendou, agradecendo a articulação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
Trump receber um pré-candidato brasileiro em pleno ano eleitoral não é comum, o que amplia o significado da visita. Durante a coletiva, Flávio também manifestou indignação à postura da embaixada do Brasil em Washington, que se recusou a ceder o espaço para a reunião com a imprensa. “Gesto mesquinho e revelador”, afirmou.
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