Os Estados Unidos prenderam Adys Lastres Morera, irmã do presidente executivo da GAESA, conglomerado estatal que controla cerca de 40% do PIB de Cuba. A detenção foi anunciada ontem (21) pelo secretário de Estado do governo Trump, Marco Rubio, nas redes sociais.
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A GAESA, criada pelo ex-ditador comunista Raúl Castro e controlada pelas Forças Armadas cubanas, concentra ativos estratégicos da economia do país, com atuação no setor hoteleiro e no sistema bancário estatal, ambos fontes relevantes de receita do regime.
Segundo autoridades norte-americanas, Morera entrou nos EUA como residente permanente legal em 2023 e agora está sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), em processo de deportação. O governo afirma que a presença dela representa risco à segurança nacional e contraria interesses da política externa dos EUA.
Em post no X, Rubio afirmou que a GAESA “rouba milhões em ajuda destinada ao povo cubano por ordem do regime” e disse que Morera “estava gerenciando ativos imobiliários e vivendo na Flórida, enquanto também ajudava o regime comunista de Havana, até que eu cancelei seu status de residente permanente”.
“Não haverá lugar nenhum nesta Terra — muito menos em nosso país — onde nacionais estrangeiros que ameaçam nossa segurança nacional possam viver luxuosamente”, completou o secretário de Trump.
O governo Trump acusa a GAESA de concentrar os lucros das principais atividades econômicas de Cuba e direcionar os recursos para o controle militar e a elite política do regime comunista.
A prisão de Morera ocorre em meio a especulações sobre uma possível intervenção militar dos Estados Unidos em território cubano.
Adys Lastres Morera is the sister of the Executive President of GAESA, the Cuban military-controlled financial conglomerate that steals millions in aid for the Cuban people at the behest of the regime.
Morera was managing real estate assets and living in Florida, while also…
— Secretary Marco Rubio (@SecRubio) May 21, 2026