Lulistas tentam colar caso Master em Flávio Bolsonaro após ação contra Ciro

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Integrantes do governo do Lula passaram a associar o senador Flávio Bolsonaro ao caso Banco Master após a Polícia Federal deflagrar nova fase da Operação Compliance Zero contra o senador Ciro Nogueira.

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A operação da PF investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.

Segundo informações citadas na investigação, Vorcaro teria pago valores mensais a Ciro Nogueira. Um dos pontos analisados pela PF envolve a tentativa de ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante, medida que poderia beneficiar bancos médios e instituições com forte captação via CDBs.

A ofensiva política começou após aliados do Planalto relacionarem Ciro a Flávio Bolsonaro. O líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta, afirmou que “a nova operação mostra a intimidade do coração do governo Bolsonaro com o esquema do BolsoMaster”.

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também publicou vídeo nas redes sociais relacionando Flávio Bolsonaro a Ciro Nogueira. “O vice dos sonhos de Flávio Bolsonaro: Ciro Nogueira, da mesada de 300 mil do Master. Precisa desenhar?”, declarou.

Nos bastidores, aliados de Lula avaliam que o desgaste sobre Ciro pode dificultar negociações do PP para integrar uma eventual chapa presidencial liderada por Flávio Bolsonaro em 2026. A avaliação no governo é que o episódio pode reduzir as chances de uma aliança formal com o partido do senador piauiense.

Ao mesmo tempo, integrantes do Palácio do Planalto demonstram preocupação com a reação do Congresso Nacional. Lideranças governistas avaliam que a operação contra Ciro tende a ampliar a crise política entre o Executivo e o centrão.

Parlamentares do bloco afirmam reservadamente que o governo estimula as investigações do caso Master para atingir adversários políticos. O Planalto nega qualquer interferência na Polícia Federal e afirma que o inquérito tramita sob relatoria do ministro André Mendonça, indicado ao Supremo pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A crise ocorre após duas derrotas recentes do governo no Congresso: a derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria do 8 de Janeiro e a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF.

Nos bastidores, aliados do governo avaliam que parlamentares insatisfeitos com o avanço das investigações do caso Master atuaram contra a indicação de Messias ao Supremo.



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