Moraes mantém prisão de coronel ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

A decisão, publicada nesta terça-feira, aponta descumprimento de medidas cautelares e risco de obstrução das investigações. Segundo Moraes, o réu desrespeitou restrições impostas quando obteve liberdade provisória em 2024, ao utilizar redes sociais e manter contato com outros investigados.


Além disso, o ministro destacou que Camara e seu advogado teriam buscado informações sigilosas sobre a delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o que, para o relator, caracteriza tentativa de embaraço às apurações.

O magistrado também ressaltou a gravidade dos crimes atribuídos ao grupo investigado, que incluiriam planos de sequestro e até homicídio de autoridades, como o próprio Moraes, além de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. Para Moraes, medidas alternativas não seriam capazes de conter os riscos.

Costa Camara é acusado pela PGR de integrar o núcleo responsável por disseminar desinformação e ataques a instituições. Ele é réu pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, dano qualificado por violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, além de deterioração de bem tombado.

 

Fonte: O Globo

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