Só piora: Amiga de Bolsonaro vai ser vice-presidente do banco mundial e pode cortar financiamentos para o governo Lula, VEJA VÍDEO

A economista brasileira Susana Cordeiro Guerra foi nomeada vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina, conforme anunciado em julho de 2025. Ex-presidente do IBGE durante o governo de Jair Bolsonaro, Susana, de 37 anos, é reconhecida por sua trajetória acadêmica e profissional, com doutorado em Ciências Políticas pelo MIT e passagens por Harvard e Banco Mundial. Sua nomeação, ainda não oficialmente confirmada, é vista como um marco, sendo a segunda mulher a ocupar um cargo de destaque em uma instituição multilateral de peso na região, onde gerenciará um portfólio de cerca de US$ 32 bilhões em projetos voltados para desenvolvimento sustentável e redução da pobreza. A indicação foi antecipada pelo jornalista Lourival Sant’Anna, da CNN Brasil, e reflete os fortes laços de Susana em Washington, onde é casada com Elbridge Colby, número dois do Departamento de Defesa dos EUA, e mantém amizade com Ivanka Trump e Jared Kushner.

A trajetória de Susana Cordeiro Guerra é marcada por sua expertise em reforma do Estado, descentralização e fortalecimento do setor público. Durante sua gestão no IBGE, entre 2019 e 2021, enfrentou desafios como cortes orçamentários que inviabilizaram o Censo Demográfico de 2021, mas impulsionou a digitalização do instituto com o uso de big data e inteligência artificial, alinhando-se às prioridades do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), onde atuava até recentemente. Sua indicação para o Banco Mundial reforça a influência de redes políticas ligadas ao ex-ministro da Economia Paulo Guedes, que a nomeou para o IBGE, e ao movimento conservador americano, especialmente o “Make America Great Again”, liderado por figuras próximas ao presidente Donald Trump. A nomeação também destaca a crescente presença brasileira em cargos estratégicos globais, potencialmente impactando políticas econômicas e sociais na América Latina.


A escolha de Susana para liderar a vice-presidência do Banco Mundial ocorre em um momento crucial para a América Latina, que enfrenta desafios como inflação global, recuperação pós-pandemia e insegurança alimentar. Substituindo Carlos Felipe Jaramillo, que ocupava o cargo desde 2022, Susana terá a missão de supervisionar relações com 31 países e promover iniciativas de inclusão, educação e crescimento verde. Sua experiência em digitalização e gestão de crises, demonstrada no IBGE e no BID, será essencial para enfrentar esses desafios. Contudo, sua proximidade com figuras políticas conservadoras, tanto no Brasil quanto nos EUA, levanta debates sobre possíveis influências ideológicas nas decisões do Banco Mundial, especialmente em projetos sensíveis à agenda social e ambiental da região. A nomeação de Susana sinaliza uma nova fase para a instituição, com expectativas de que sua liderança traga inovação e pragmatismo às políticas de desenvolvimento regional.
Fonte: Far1rynigth

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