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Em uma ofensiva militar de alta precisão realizada na madrugada deste domingo (22), os Estados Unidos lançaram ataques aéreos contra três instalações nucleares estratégicas no Irã utilizando bombardeiros furtivos B-2. Segundo o Pentágono, o alvo da operação foram os complexos de Natanz, Fordow e Isfahan, considerados pelo governo americano como “centros ativos para o avanço de armamento nuclear com potencial militar”. A ação foi autorizada diretamente pelo presidente dos EUA após intensas consultas com o alto comando militar e aliados regionais.
O ataque foi conduzido com apoio de drones de reconhecimento e sistemas de guerra eletrônica para neutralizar as defesas iranianas. Fontes militares informaram que a missão obteve êxito na destruição de infraestruturas críticas, sem causar “danos colaterais significativos”. Imagens de satélite divulgadas por agências de monitoramento mostram colunas de fumaça e danos estruturais extensos nas áreas atacadas. Moradores de cidades próximas relataram fortes explosões e apagões na região central do país.
A resposta do governo iraniano veio de forma imediata e contundente. Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Nasser Kanaani, declarou que o ataque é um “ato de guerra flagrante” e que os EUA “ultrapassaram todas as linhas vermelhas”. Ele afirmou que “todas as opções estão agora na mesa”, prometendo uma resposta militar à altura. Já a Organização de Energia Atômica do Irã garantiu que as instalações atingidas não liberaram material radioativo e que o programa nuclear do país “seguirá inabalável”. O aiatolá Ali Khamenei também se pronunciou, afirmando: “A agressão americana será vingada com força e sabedoria”.
A comunidade internacional observa o agravamento da crise com preocupação. O Conselho de Segurança da ONU foi convocado para uma reunião de emergência ainda neste domingo, enquanto China, Rússia e União Europeia pedem contenção imediata. Especialistas alertam que o conflito pode se expandir rapidamente para outros países da região, comprometendo a estabilidade global e pressionando os mercados de energia, com o barril do petróleo com expressiva alta nas primeiras horas após o ataque.

