Para o Estadão, a autoestima de Janja decorreu do triunfo eleitoral de seu marido e seu papel ativo na campanha eleitoral do petista. Decidida a “ressignificar o conteúdo do que é ser uma primeira-dama”, ela decidiu se intrometer nas mais diversas áreas do governo.
– Seus tentáculos avançam sobre a comunicação digital do governo e a intromissão frequente em assuntos de Estado com cobranças públicas (e privadas) a ministros. E é assim que se envolve em sucessivas polêmicas (como a última, na qual, durante reunião do G-20, ofendeu gratuitamente o empresário Elon Musk) e tem opinião assertiva sobre quase tudo o que diz respeito ao governo – elencou o jornal.
O texto afirma que “são frequentes os relatos de que sistematicamente interfere nas mensagens da Secretaria de Comunicação da Presidência e, não raro, faz o papel de estrategista e câmera do presidente nas redes sociais”.
No entanto, por muitas vezes suas intervenções geram efeito negativo, como sua ideia de mostrar a nova cascata artificial da Granja do Torto em meio ao duro debate acerca do plano de corte de gastos do governo.
O Estadão observa que “quem age como personagem política passa a ser avaliada também como tal”. O jornal espera que a curva negativa da popularidade da primeira-dama sirva de “alerta e aprendizado” para que Janja adote a postura discreta da maioria de suas antecessoras ou ao menos calibre seus atos.
Com informações pleno news